O que é um Remix? E um bootleg? Existem outros tipos?

O termo remix, conhecido em português como remixagem, faz parte de um vocabulário muito comum no universo musical. Significa, em poucas palavras, uma remistura de elementos, na qual uma música é modificada por um artista diferente ou pelo próprio autor da versão original.
Essa modificação, na maioria dos casos, é feita por DJs e produtores musicais que buscam adaptar a música original para suas apresentações, criando uma nova versão da faixa com elementos adicionais e dançantes (como uma batida eletrônica e outros efeitos, por exemplo).
Existem diferentes tipos de remix, podendo ser oficialmente autorizado pelo autor da música ou não.
Um remix oficial de uma música deve - obrigatoriamente - ter a permissão do autor original, e caso contrário, será uma cópia modificada não autorizada, conhecida hoje em dia como bootleg.
Quando duas músicas com melodias em comum são misturadas, geralmente sem a permissão autoral, trata-se de uma mescla musical chamada de mashup.
Também é possível encontrar diferentes tipos de remix que são nomeados pelas próprias modificações realizadas nele, como, por exemplo:

– Vocal Mix: uma versão que costuma destacar os vocais da música.
– Dub Mix ou Instrumental Mix: um remix que enfatiza a parte instrumental da música, dando atenção aos elementos rítmicos dançantes da faixa.
– ClubMix: uma versão que, normalmente, apresenta uma variação da música adaptada para as pistas de dança.

É muito comum no mercado os produtores utilizarem trechos muito pequenos de músicas já existentes parar criar um trabalho original em cima disso.
Essa atividade é conhecida como sampling.
O sampling está presente em quase tudo que ouvimos hoje em dia, seja no mercado mainstream ou underground. Vários artistas do cenário pop utilizam trechos, refrões, instrumentos ou melodias marcantes de músicas antigas como inspiração para criar uma canção original.
Às vezes, até como um remake (uma versão própria recriando a música original).
Hoje em dia, com o consumo musical focado no streaming, muitos artistas lançam uma versão mais curta da música para ser ouvida através de plataformas como Spotify, YouTube, SoundCloud e Apple Music, deixando de lado introduções e finais longos da composição completa (normalmente, partes da música que o público não quer ouvir).
Mas, nas plataformas de venda, essas versões mais curtas são lançadas junto a uma versão extended, ou seja, uma versão estendida construída especificamente para o DJ tocar.
Você deve estar se perguntando: o que eu preciso para fazer um remix?
Basicamente, toda música é composta por várias faixas (canais) contendo os seus instrumentos.
Uma faixa contendo o vocal, outra para a linha de baixo, outra para a guitarra, e por aí vai. O que caracteriza o remix é trabalhar cada uma dessas faixas de maneira diferente, misturando-as com outros samples (amostras de áudio) e criando um resultado diferente e original.
Quando o remix é oficial e autorizado pelo compositor da música, o produtor que está fazendo o remix obtém acesso à esses instrumentos separados por canais, ou seja, ele recebe a música “desmontada” em várias peças.
Quando o remix não é oficial, se tornando um bootleg, o produtor pode cortar trechos da música completa e utilizar como ingrediente em sua produção.
Músicas muito famosas costumam ter o seu multi-track (instrumentos separados por canais) sendo vendido na internet, ou até mesmo os vocais “acapella” da música (vocais isolados) disponíveis no YouTube.
É assim que muitos produtores fazem seus remixes não autorizados.
Plataformas como a SKIO Music, MetaPop e Splice promovem vários “remix contests” espalhados pela internet, ou seja, competições abertas ao público que disponibilizam as partes separadas da música para os produtores disputarem a criação da melhor versão.
Muitas vezes, os prêmios destes concursos são bem interessantes, como lançamentos em grandes gravadoras, equipamentos de DJ e produção, cursos gratuitos e recompensas em dinheiro.
Por último, mas não menos importante, temos o edit.
O edit nada mais é do que uma remontagem da música, na qual o produtor pega trechos específicos e os coloca em outras posições, repetindo estrofes e alterando a ordem dos versos.
Nesse caso, o produtor pode eliminar partes da música que ele não quer usar e construir uma nova versão utilizando apenas o que achar interessante.
Agora que você já sabe as principais diferenças entre remix, mashup, bootleg e edits, que tal ter o seu próprio aqui na Brazilian Ghost, e colocar suas idéias em prática com nossos produtores musicais especializados?

Juliette Freire irá lançar seu primeiro EP nesta quinta-feira (2), às 21h, no Spotify e na Deezer.

O primeiro álbum da campeã do BBB21 terá seis faixas inéditas. Ela contou com a colaboração de Anitta para produzi-lo, e o anuncio da carreira musical foi feito em seu documentário, Você Nunca Esteve Sozinha, do Globoplay.
"Chegou a hora de assumir a minha melhor faceta. Conheçam a capa do meu sonho! A música sempre foi o meu refúgio, ela me leva a lugares lindos… Aqui estou eu! Meu EP estará disponível amanhã em todas as plataformas de streaming"
Os títulos das músicas são: Bença, Diferença Mara, Doce, Sei Lá, Benzin e Vixe, Que Gostoso.

Na quarta-feira (1º), a paraibana publicou em suas redes sociais a capa do EP, mas, após comparações com Beyoncé e Pabllo Vittar, ela apagou e repostou em uma nova arte.

De acordo com levantamento feito pelo tribunal a pedido da reportagem, quase R$ 2,2 bilhões em RPVs previdenciárias foram pagas de janeiro até o dia 27 de agosto

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Nos oito primeiros meses deste ano, o auxílio-doença e as aposentadorias por invalidez lideram a lista de atrasados pagos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) por meio de RPVs (Requisições de Pequeno Valor) no TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), que abrange os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
De acordo com levantamento feito pelo tribunal a pedido da reportagem, quase R$ 2,2 bilhões em RPVs previdenciárias foram pagas de janeiro até o dia 27 de agosto. Ao todo, foram realizados 158.166 pagamentos no período, com um valor médio de R$ 13.863,69. Os atrasados são pagos via RPV quando o valor da ação é inferior a 60 salários mínimos (o equivalente a R$ 66 mil em 2021).
A maior parte dos pagamentos corresponde a sucumbências, ou seja, valor que é destinado aos advogados da parte vencedora como honorários pelo trabalho.
Considerando somente os benefícios, o auxílio-doença lidera a lista, com R$ 370,5 milhões pagos em atrasados. Isso representa 16,9% do total. Em seguida estão a aposentadoria por invalidez (R$ 329,8 milhões) e o BPC (Benefício de Prestação Continuada), com R$ 153,1 milhões.

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