domingo, 13 de setembro de 2026

Saudades da Revelação Fotográfica Analógica

 

Por incrível que pareça, mesmo com tanta modernidade, eu sinto saudades do tempo do analógico, principalmente na fotografia.
Eu sou do tempo em que se revelava  os negativos e fazia cópias em papel fotográfico. A sequencia da revelação está em minha mente até hoje e aquele momento da luz vermelha do laboratório fotográfico parece caminha comigo quando fecho os olhos.
Você sabe porque usávamos a luz vermelha  no laboratório fotográfico na hora de fazer a fotografia preto e branco?

O papel fotográfico usado para fazer cópias e ampliações reagia apenas a comprimentos de onda mais curtos, como a luz azul e o ultravioleta. A lâmpada vermelha ilumina o ambiente de trabalho sem "velar" (inativar, expor ou manchar) o papel sensível.
O processo de revelação de papel fotográfico analógico preto e branco, transformando uma imagem latente em uma foto visível e duradoura através de banhos químicos em um laboratório escuro sob luz vermelha de segurança.
Basicamente os banhos químicos se davam no revelador, interruptor e fixador, e após isso na lavagem do papel e secagem.
Sabe aquelas fotos penduradas em um varal se secando!! Era assim que era feito.
Eu poderia ficar horas falando desse processo, mas existe  guia prático de revelação analógica em casa no Format Magazine.
Agora, se quiser uma aula de fotografia, me ponho a disposição pelo e-mail ou com o tutorial de como melhorar suas fotos no rodapé de meu site, abaixo

Os Curiosos 74 Minutos do CD

 


Porque os CDs tinham exatos 74 Minutos

Contexto Histórico

O disco de vinil, ou disco fonográfico, ou vinil, em inglês Long Playing Record, em português: disco de longa duração, ou long play (sigla LP), é uma chapa, majoritariamente de cor preta e contendo um rótulo no centro chamado de selo fonográfico, fabricadas através de processos eletromecânicos e feitas de um material plástico chamado policloreto de vinila (abreviado como vinil ou PVC), inventado pelo engenheiro Peter Carl Goldmark (empregado da Columbia Records) para substituir os velhos discos de 78 rpm, utilizada para o armazenamento de áudio (principalmente canções) desde 21 de junho de 1948, embora tenham experimentado um grande declínio em seu uso a partir da década de 1990, com a popularização do CD.
O Compact Disc (CD) surgiu no final dos anos 1970 da parceria entre as gigantes Philips e Sony. O objetivo era criar uma mídia digital com leitura a laser que superasse o vinil e a fita cassete em qualidade de som, tamanho e durabilidade.
Em 1980, criaram o Livro Vermelho (Red Book), definindo o tamanho do disco em 12 cm de diâmetro.
O primeiro protótipo foi mostrado em 1979.
A produção em massa começou em agosto de 1982.
O primeiro leitor comercial e o primeiro álbum (do cantor Billy Joel) foram lançados no Japão em 1º de outubro de 1982.
O limite de 74 minutos de áudio foi escolhido para garantir que a Nona Sinfonia de Beethoven coubesse inteira em um único disco.
O primeiro CD lançado e produzido no Brasil foi o álbum "Garota de Ipanema", da cantora Nara Leão em parceria com Roberto Menescal, lançado em 9 de abril de 1986.

Fonte de Pesquisa: Wikipedia


sábado, 12 de setembro de 2026

A Música do Rádio Para Internet

 

Foto: Museu do Rádio

Durante muitos anos o rádio era o grande termômetro para relacionar o gosto musical das pessoas, mas com a modernidade, tem diminuído o uso do aparelho.

Embora as redes sociais e plataformas digitais criem "hits" instantâneos, o rádio funciona como o espaço que valida a permanência e a popularidade real de uma música no cotidiano do público. Dados de relatórios da World Radio Alliance mostram que o meio mantém uma audiência diária massiva, atingindo cerca de 80% dos brasileiros.
Enquanto a internet lança a música, o rádio dá a ela um contexto de sucesso popular e duradouro.
Nem todo mundo tem tempo de parar a vida para escolher uma playlist nas plataformas digitais para tocar em seu celular.
Estudos de monitoramento de mídia indicam que a repetição estratégica e o alcance de emissoras superam ou multiplicam a exposição em plataformas como o Spotify para diversos grandes sucessos.
O cenário musical em 2026 no Brasil é dominado por uma forte presença do mercado nacional, onde a mistura de ritmos urbanos com a música sertaneja e regional dita o que vai para o topo das paradas.
O Sertanejo continua sendo o gênero mais forte do país. Do pop ao romântico, os shows lançam duplas e artistas solo focados em letras de superação amorosa e "sofrência".
Ritmos Urbanos como o funk se mantém como a maior força urbana do país, impulsionado por colaborações massivas (os famosos "Sets" ou "Medleys").
A união das batidas de funk com a música eletrônica e o piseiro, muito forte nas regiões Sul e Centro-Oeste. Mas o som dos MCs ainda resumem em peso as letras de longa duração citando a ostentação ou a música consciente.
A mistura de sertanejo com batidas eletrônicas, funk e elementos do agro continua arrastando multidões e dominando os fluxos de streaming.
O que dizer do Pagode, Piseiro e Forró?
Grandes projetos ao vivo, colaborações entre grupos tradicionais e artistas do sertanejo ou pop mantêm o gênero em alta rotação nas plataformas.
A Rádio Estúdio, na internet, constuma ter uma programação diversificada e, com uma internet rápida, pode serouvia nos quatro cantos do mundo


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